21 de março de 2016

Sou errada, sou errante, sempre na estrada, sempre distante...

Para essa "gente de fora", que - por mais que diga: nunca mais!" - sempre acaba atraindo um novo endereço, um pouco de Kid Abelha.
Destaquei algumas partes, acho que ajudam a traduzir de forma linda o que sentimos entre uma mudança e outra...

"Nada sei dessa vida
Vivo sem saber
Nunca soube, nada saberei
Sigo sem saber


Que lugar me pertence
Que eu possa abandonar
Que lugar me contém
Que possa me parar


Sou errada, sou errante
Sempre na estrada
Sempre distante
Vou errando
Enquanto tempo me deixar
Errando enquanto tempo me deixar

Nada sei desse mar
Nado sem saber
De seus peixes, suas perdas
De seu não respirar


Nesse mar, os segundos
Insistem em naufragar
Esse mar me seduz
Mas é só pra me afogar


Sou errada, sou errante
Sempre na estrada
Sempre distante
Vou errando
Enquanto o tempo me deixar
Errando enquanto o tempo me deixar

Sou errada, sou errante
Sempre na estrada
Sempre distante
Sou errada, sou errante
Sempre na estrada
Sempre distante
Vou errando
Enquanto o tempo
Me deixar passar
Errando enquanto o tempo me deixar



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