7 de janeiro de 2014

Hoje o óbvio: mudar cansa!

Depois de 4 anos na mesma casa...e lá vem mais uma mudança de endereço para virar a gente do avesso.
Não é só o fato de ter que lidar com a arrumação do que é importante e com o destino de tanta coisa. Acho que o urrrg de todo o processo é ter que estabelecer novos referenciais.
Só pra você ter uma ideia, tô há um mês morando aqui no Recife, mas ainda não achei um lugar pra comprar filé de peito de frango. Isso pode até parecer pequeno, ridículo diante da importância do acontecimento "a mudança"- mas que não encontrar o bendito filé, cortadinho, limpinho, bonitinho como comprava no Rio causa um desamparo danado, ah isso causa. Tá, tá bom, tô dramática, nem rodei meia dúzia de lugares pra achar a tal da carne, enfim...caixas cheias e quadros no chão me deixam meio reclamona, de má vontade, acho que é o cansaço.
Mas voltando aos referencias, se filé fosse o pior da história, tudo bem. A questão é que, além de ter que criar um "mapa de voo" por causa do novo endereço, quem muda por causa de uma transferência profissional - geralmente - encara isso sem ajuda. A família está longe, os amigos também e contato com vizinho ainda é evento pra dias mais calmos.
E a diarista de anos que não muda junto? Então, além de organizar as coisas, de ficar esperando o cara da internet - que não aparece - de brincar com o filhote - porque ele está de férias e você não iria querer que ele odiasse a nova casa se a mãe passasse o dia arrancando os próprios cabelos, você tem que limpar. É isso, tem que faxinar mesmo, varrer, lavar privada, esfregar roupa, passar... 
Tá bom, eu sei, essa é a realidade da maioria da mulherada: trabalha pacas fora de casa e horrores dentro dela. Mas gente, ninguém merece.
Certo é que a experiência - com as minhas próprias mudanças e com as mudanças das minhas coachees - me ensinaram muito. O aprendizado mais valioso: respeitar o tempo de aterrissagem! Como um processo para pousar um avião com segurança, é preciso ter um método para lidar com a mudança sem que haja mortos e feridos.
Não conhece nenhuma forma de deixar o seu pouso mais suave? Vamos conversar que eu sei como te ajudar! Estou sempre no contato@leveorganizacao.com.br
Mais informações: www.leveorganizacao.com.br
Carmem Galbes

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