4 de junho de 2013

Saber mudar: a regra de ouro dos expatriados!

Expatriação não é pra todo mundo, é só pra gente grande, gente que consegue escolher, e abrir mão.
Ok, mas pode acontecer de você conhecer aquela pessoa super madura, ultra competente, mega envolvida, mas que acabou falhando exatamente em uma experiência internacional.
E aí?
Poderia listar mil motivos para o fracasso: não adaptação da parceira, dos filhos. Problemas com a comida, intolerância com a cultura, dificuldade com o idioma, etc, etc, etc...
É fato que a transferência para o exterior ainda é tida como uma promoção. Tudo bem, entendo, já que o processo não é barato para a empresa. A questão é que quando se trata o assunto assim, como um prêmio, parece que fica meio impossível pensar que o profissional não vá fazer de tudo para  ser um expatriado de sucesso. Parece que sai um pouco das "costas" da empresa a responsabilidade de fazer o processo vingar.
Mas como disse, expatriação é tema para os grandes. Jogo de empurra é coisa pequena. 
O mundo é gigante, e quando se quer transitar nele é preciso comprometer-se, não importa se você está expatriando ou sendo expatriado.
Mas isso basta? Basta responsabilizar-se, treinar, preparar?
Basta se for feito com a pessoa certa - melhor - com a família certa.
Pensando nisso, me veio uma frase ótima da psicóloga Andréa Sebben sobre uma das principais qualidades do funcionário global: "É necessário uma disposição sincera para a mudança – mudança de casa, de idioma, de pais, de alimentação e principalmente, mudança de si mesmo."
Embora não haja nada mais certo na vida que a mudança, somos resistentes à ela, somos mesmo. A diferença é que uns são mais, outros menos. Resta  definir a qual grupo pertencemos. Mais ainda, resta descobrir se podemos aprender a lidar melhor com as mudanças. 
Pensando bem, se conseguirmos aprender essa lição: a de bem administrar as mudanças - viveramos melhor, aqui ou na Conchinchina, expatriado - ou não, né?
Se você não está conseguindo lidar comn toda essa reviravolta na sua vida, se não está feliz longe de casa, apesar de todo o potencial de enriquecimento que uma expatriação traz, não se convença que é assim mesmo. Converse comigo que eu sei como te ajudar!
Estou no contato@leveorganizacao.com.br
Carmem Galbes

2 comentários:

  1. Com certeza Carmem, expatriação ou tranferência expontânea para outro país exige preparo e sobretudo uma enorme capacidade de aceitar mudanças. É não fazer conta do que se perdeu ou ganhou, mas ter em mente aonde quer chegar, quais os valores que motivaram a saída e batalhar para se adaptar. Ótimo post!

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Olá, Maden!
      Obrigada pela visita!!
      Concordo com você. O problema eh conseguir ter essa clareza e consciência. Tem gente que passa uma vida inteira sem saber que caminho seguir, muito menos onde quer chegar...Acho que para alguns a expatriacao pode ate se mostrar como um bom exercício pra isso, né?
      Volte sempre! Beijos,
      Carmem.

      Excluir

Olá! É um prazer falar com você!