4 de fevereiro de 2013

Para quem está perdido: manual de expatriação.

No Brasil, expatriar ainda é raro, ainda é caro. O processo deveria ser, então, muito bem desenhado para que a transferência fosse um sucesso para profissional e empresa. Mãssss - como diria uma amiga gaúcha - a coisa não é bem assim.
Tem companhia que começa a mandar talento pra fora sem ao menos ter uma política de expatriação. 
Política de que
Especialistas em mobilidade global dizem que política de expatriação é fundamental porque pavimenta e sinaliza caminhos.
Esses mesmos especialistas argumentam que a padronização das ações ao expatriar ajuda, por exemplo, a dar coesão às decisões. Assim as transferências não são tratadas caso a caso, o que pode evitar frustrações, demissões ou futuras brigas judiciais.
O documento também é importante para passar as regras adiante em caso de outras transferências, independente da existência de um departamento de expatriação.
Para os especialistas, uma política de expatriação bem estruturada deve contemplar tópicos como:
* Resumo do cargo a ser ocupado no exterior,
* Remuneração e benefícios,
* Que tipo de apoio que o profissional e a família terão na saída do Brasil e na chegada a outro país,
* Valores da ajuda de custo lá fora, o que é temporário e o que é fixo.
*  Processo de repatriação.
Interessante ver como o blog da Leve recebe gente em busca de informações sobre esse complexo processo de mandar alguém pro lado de lá da fronteira. 
E não é que nesse marzão que é a internet eu encontrei um manual?
Verdade, é isso mesmo, eu achei esse manual em uma página portuguesa - a Pmelink, "que trabalha para potencializar o crescimento e a rentabilidade de pequenas e médias empresas, maximizando a sua eficácia e minimizando o investimento de tempo e recursos."
Espero que o manual ajude - ao menos - a organizar as ideias. Boa sorte!
Para acessar o material é só clicar aqui
Carmem Galbes

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