30 de outubro de 2009

Família, família...

Olá, X!
Demorou para os experts darem o braço a torcer. Aliás, tem gente que ainda resiste em admitir. Embora não precise ser gênio para saber, o diretor do curso de especialização da escola de negócios do MIT, Stephen Sacca, salienta que sem o ajuste da família não há estudante expatriado - por mais brilhante que seja - que tenha sucesso no programa. "Como grande parte dos alunos vem de outros países, tentamos criar uma comunidade sólida de relacionamento e apoio para suas esposas, maridos e filhos. Assim, as famílias não se sentem tão deslocadas durante o período do programa", diz.
Sacca conversou com o repórter do Valor Econômico, Rafael Sigollo. Texto completo só para assinantes.
Lendo sobre as estatísticas do curso do MIT, difícil mesmo não prever o peso da família no processo.
Para começar, a média de idade dos alunos é de 38 anos, período - geralmente - de criançada correndo pela casa.
O curso é puxado. Exige dedicação integral, além de disponibilidade para viagens, durante um ano.
Para completar, o investimento é alto. O próprio MIT prevê que, em 12 meses, o aluno gaste cerca de US$ 80.000 - isso com matrícula, livros, casa, comida e roupa lavada.
O fato é que metade dos alunos tem bolsa de suas empresas, além de licença remunerada. Então não dá para levar - e nem seria possível - o programa na brincadeira.
Quem financia quer, no mínimo, envolvimento e grandes resultados.
Mas tem uma coisa que o poderoso do MIT não salientou. O apoio da família é fundamental, inclusive, depois do canudo conquistado. É que - como já conversamos aqui - por mais que o investimento da empresa seja alto, não há garantia de nada na volta para a casa.
Imagem: SXC

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