14 de maio de 2009

Tropeços "expatriáticos".

Olá, X!
Nem é preciso ser bidu para adivinhar que a nossa vida tende a ser mais fácil no exterior à medida que a gente se envolve com o idioma e a cultura locais.
O psicanalista Fernando Megale já explicou aqui que “a língua, além de ser o principal meio de nos comunicarmos, representa o marco de nossa identidade.”
Já vimos aqui e aqui como os códigos de etiqueta também podem ajudar quando se exige uma rápida adaptação. Acho que ninguém duvida que é melhor saber com antecedência, por exemplo, que a vaca é sagrada na Índia.
Então que se apresente a expatriada ou expatriado que nunca passou por constrangimento tentando tocar o dia-a-dia em outra cultura.
Mas, passado o clássico "ops, foi mal", o que importa mesmo é que gafe sempre rende causos pra contar...
Os links a seguir são só um exemplo de como é normal se perder - e se achar - nesse mundão “expatriático”...
Inglês pra Inglês ver.
Inglês pra Inglês ver 2.
Europeu no México.

2 comentários:

  1. Etiqueta, ah, essa etiqueta
    Aqui na Holanda eu nunca entendi pq a holandesa vestia calça curta (leia-se com bainha quase no tornozelo) até que usei a bike. Ah... é para não agarrar na bicicleta. Por isso a moda da calça capri.

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  2. Olá, Naldy!
    E não é que quando a gente procura a gente acaba achando uma explicação para as coisas...
    Tudo bem que tem absurdo, mas essa da bike é bem convincente. Se a calça não é curta, o jeito é partir para o elástico na barra, pior, né...
    Carmem.

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