26 de março de 2009

Crise e ódio.

Olá, X!
Crise, desvalorização, desemprego, desânimo...
Paro na nota do Valor Online. A IBM, que já havia cortado 4.600 vagas em janeiro, nos Estados Unidos, vai demitir mais 5 mil funcionários por aqui.
O assunto me faz resgatar um estudo da Organização Internacional para Migração. O trabalho busca prever o impacto da crise financeira para quem vive longe de casa.
De acordo com o documento, os imigrantes – não só eles, claro – podem esperar aumento de desemprego, especialmente nos setores da construção, finanças, comércio e serviços. Para quem conseguir segurar a vaga, a ameaça é de redução de salário e de benefícios.
Na avaliação da Organização, há ainda a possibilidade de aumento da imigração ilegal. Resultado da decisão política de limitar a distribuição de vistos de trabalho, como já fizeram Itália e Reino Unido. Um erro na análise dos especialistas. As crises do petróleo, na década de 1970, e da Ásia, em 1988, indicam que turbulência econômica não impede o vai-e-vem global. De algum jeito as pessoas vão seguir por aí, com permissão ou não...
Outra coisa perigosa, segundo o estudo: há grande chance de aumento da discriminação e do ódio ao estrangeiro – o ladrão do emprego aos olhos dos nativos.
Aí vem o Lula e diz que foi gente branca e de olhos azuis que causou a crise. Mas essa é outra história. Aqui as pessoas não têm ódio de quem - só um exemplo, ok? - distribui bônus rechonchudo depois de ter sido salvo pelo dinheiro do contribuinte.
Nesse caso parece que sentir ódio não é nobre...

Um comentário:

  1. Lula e suas abobrinhas... E desde quando crise tem cara?
    Faça-me o favor!

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