22 de setembro de 2008

Andança.

Olá, Coexpat!
Nas últimas semanas, tenho me dedicado a sondar as características que fazem de nós seres humanos.
Falar, pensar, lembrar... E, no rastro das inúmeras histórias levantadas pelo Ike, mais uma qualidade humanóide: a maldade.
O “causo” que ouvi: fila imensa no posto de gasolina. Uma senhora, que chamarei de "Eita", enche o tanque. Em vez de estacionar o carro e assim liberar a bomba antes de pagar, não move o veículo. A história seria basicamente de pura falta de noção do outro não fosse um detalhe. Uma pessoa reclamou. Aí a maldade entrou em cena. A reação: “só porque você reclamou, vai esperar mais cinco minutos. Não estou com pressa.” E dona "Eita" ficou dentro do carro emperrando a fila, pode?
A questão é, a maldade, por ser uma construção cultural, pode variar de acordo com a geografia?
Pelo exemplo da motorista, não. Talvez mude o requinte, o grau, mas o objetivo: ferir o outro, independente do jeito e trejeito, permanece.
Então, se o pior do ser humano resiste às fronteiras, por que tanta andança por aí? Resposta que ouvi: porque outra coisa que faz de nós humanos é a idéia de futuro e a esperança! 

Só por isso vou seguir viajando...e mudando...só por isso...só por hoje...

Carmem Galbes


Um comentário:

  1. Menina que loucuga!!!! Fiquei todos esses dias sem internet e perdida meio a tantas caixas que parece que passou um furacao por ai???
    Nossa, assustei ao ler tudo. Fisicamente sei q estao bem, mas imagino que emocionalmente devem estar abalados. Nao consigo nem imaginar o que passaram, tendo em vista q o vento mais forte q conheco è aquele de Campos do Jordao na pedra Bau.
    È isso ai, a minha terapeuta diria: " tudo serve para aumentar o repertorio de vida".
    Bjs e nao esquecam de colocar gorro pq vento forte da dor de ouvido.
    Sister

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