13 de agosto de 2008

Banana-maçã e manicure, que dia bom!

Olá, Coexpat!
Ontem foi dia de boas descobertas!

Descobri um local que vende banana-maçã - que eu adoro, descobri mais uma loja com preços ótimos, caminhos mais curtos E, eu disse E gritando mesmo, manicure a la brasileira.
Tá certo que as que me atenderam eram chinesas. 

Tudo muito eficiente. 
No começo foi difícil conseguir explicar que não queria a unha nem quadrada e nem redonda, mas a gente se entendeu. Fiquei desconfiada até tirarem a cutícula. Foi perfeito! 
Elas se espantaram com a minha escolha da cor, e naquele inglês de cebolinha - que já traduzo - ousaram: "blanco tlanspalente, tem certeza que não quer um pink?"
Resumindo a experiência:
As diferenças: a manicure que me atendeu foi tão precisa na hora de pintar que nem precisou limpar o excesso de esmalte. E a massagem nas mãos? Ela se estendeu da mão para o braço e do pé foi até o joelho, muito boa!
A diferença marcante: o preço, o que não é novidade. No mínimo o dobro do que estava acostumada a pagar no Brasil.
Mas acho que faz sentindo, sabe? Faz sentido pagar pelo talento. Ok, aprendemos que o preço "bem precificado" já contém o valor do trabalho, da capacidade, inovação e o capacete a quatro. Mas a gente é bem acostumada a pagar pequenas fortunas por produtos em série e dar esmolas pelo talento, falo daquele talento presente no dia a dia, traduzido - geralmente - em serviço.
Tudo bem, também defendo a idéia de que seria muito bom precisar de menos dinheiro para fazer as coisas e também não acho que aqui a relação capital trabalho seja mais justa , o que não é.
Mas não é por essa porta que eu quero entrar, não. 
 

Para mim, ter ido à manicure longe de casa foi simbólico. Representou respeito à diversidade, crença na capacidade alheia e, lógico, aumento da autoestima, porque unha bem feita é tudo de bom e eu não sou de ferro...
Carmem Galbes

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